Ana’s LogBook | Diário de Bordo de Ana

 

Discussão em grupo sobre as possibilidades de actividades a realizar 5a feira, durante a sessão evening events (Hungary team 2a, Slovenian team 3a, Portugal team 4a)

Fireplace games and knowing each other.

À volta da fogueira realizamos um jogo com o propósito de nos conhecermos melhor. Contamos dois factos verdadeiros e uma mentira, o restante grupo teria de perceber quais as verdades e qual a mentira contada.

Pensamento para exercício: Conjunto de “peças de teatro”.

3.10.2016

10h30 – 1st part

British drama- training first

Exercício: entregam-nos uma cartolina amarela r outra, mais pequena, preta. Rasgamos a pequena e posicionamos os pedaços na cartolina amarela, de acordo com uma forma abstrata ou figurativa, que nos permitisse transmitir as nossas expectativas para este encontro.

Look into ourselves, our values – Valores

Goodness/beauty

Gentileza-bondade

Beleza

Cada grupo, na sua língua materna, escreveu os termos e outras palavras (valores), a partir das restantes letras, apresentando posteriormente o seu significado.

Entendimento do campo comum no cruzamento de brainstormings diferentes, para aprofundar os conceitos individualmente e em grupo. Estabelecer pontes.

Exercícios performativos de relaxamento, cumplicidade… Andamos em círculos à vez, com o batimento de uma palma, alteramos a nossa direção e forma de circulação. (Salto, corrida, dança…)

Experiência entre grupo, através de contacto visual por forma a criar equipas de 2 elementos. Análise de imagens (photosymbol) e interpretação de valores apenas utilizando o corpo. Performance acompanhada de musica. Discussão entre pares sobre o que interpretamos dos gestos utilizados pela outra pessoa. Apenas posteriormente, em grande grupo revelamos a nossa verdadeira interpretação, o valor escolhido.

14h30 – lunch

15h – 2nd part

Escultura

O termo Escultura em linguagem dramática é considerado dos primeiros métodos a aprender.

É mais difícil explicar drama que experimentá-lo.

Criar uma escultura de acordo com os valores apresentados no exercício anterior.

Expõe as inúmeras formas de ver/interpretar o que estamos a ver.

É difícil apresentar uma ideia sem recorrer a palavras ou movimentos.

Em forma “estátua” as crianças e adolescentes podem sentir-se desconfortáveis, no caso de serem questionadas sobre o que estão a interpretar.

É importante saber que esta técnica pode ser utilizada em diferentes contextos temporais e espaciais.

É mais fácil para apresentar situações abstratas, complementando-a com outros valores e relações com os outros.

A interação externa neste exercício, pode ajudar a resolver problemas de violência entre crianças e jovens. Se a estátua apresentada for referente a um episódio de agressão devemos questionar os intervenientes sobre a forma como se sentem e perceber o que a pessoa “agredida” precisa para se sentir melhor e pedir-lhe que numa alteração de posições o demonstre. É importante referir de que se tratam de cenas metafóricas, não existe violência.

Este exercício serve para experienciar, para ver e para sentir através da utilização de todo o corpo.

Pantomima

Criámos histórias a partir de objetos aleatórios.

Tentamos interpretar o que os restantes grupos fizeram.

No final do exercício, partilhamos qual a verdadeira intenção de cada história/ performance.

Este exercício é um bom ponto de partida para nos conhecermos melhor e nos integrarmos/integrarem.

É uma experiência para vermos por dentro primeiro e depois revelar aos outros. Forma de revelar pensamentos, memórias, sejam elas boas ou más.

Este exercício pode ser um exercício aberto, sem conclusão.

Último exercício

Amarrotar uma folha de papel e desenhar uma linha que represente a nossa vida, o nosso percurso e expectativas quanto ao futuro.

Juntarmo-nos a outra pessoa e explicar-lhe os pontos selecionados, e escutar o mesmo da sua parte.

Poço de encerramento de atividade. Em círculo e com uma vela no centro, atiramos para o centro o que queríamos guardar/ manter connosco do que foi feito.

 

4.10.2016

10h15 – 1st part

Escolhemos um tecido, de acordo com o seu padrão e textura. Expomos ao grupo o porque das nossas escolhas, de acordo com o nosso posicionamento e expectativas para este encontro. (O meu, semelhante a uma padrão do Esher, assemelha-se ao início da semana, o nosso grupo era de apenas 4 pessoas e agora está a aumentar.)

Construímos um mapa que nos permite descobrir onde estamos.

Exercício de relaxamento. Em círculos, massajamos o colega da frente e descontraímos os músculos.

Exercício: pares, pessoa a e pessoa b. Cada uma escolhe três lugares para mostrar ao outro elemento, guiando-o (vai estar de olhos fechados). Depois o papel inverte-se. No fim discutimos qual o objetivo.

Permite-nos criar laços, relações… Descobrir novos espaços, novas sensações.

Temos todos o mesmo ponto de partida.

Não é um exercício que se possa realizar no início, num grupo que mal se conhece.

É preciso confiar, criar laços, Descobrir novos espaços, novas sensações.

Temos todos o mesmo ponto de partida.

Não é um exercício que se possa realizar no início, num grupo que mal se conhece.

É preciso confiar, criar laços, construir uma comunidade.

Instalações:

Como posso mostrar os meus valores através do meu corpo?

Construir uma instalação em grupo com os mais diversos. Objetos.

Que valores vou aplicar ao meu projeto social para que este funcione? Qual a sua fundação?

Construir algo na terra ou numa pedra?

Uma base devidamente consistente, suporta os mais difíceis obstáculos.

Uma base frágil poderá abalar tudo o resto.

Valor escolhido: comunidade vs. Indivíduo

Conjunto de pequenos papeis de diferentes cores interligados com clips.

Uma comunidade é um conjunto de pessoas, de identidades, de individualidades. Não é um processo fácil, nem finito. A isso deve-se a irregularidade na altura e a falta de alguns elos de ligação na base. Para alguns, a integração inicial é mais complicada.

O projeto social inicia-se no entendimento do singular e do plural, buscando momentos de entendimento individual e coletivo, numa conciliação de perspetivas dinâmicas.

14h30 – lunch

16h – 2nd part

Discussão sobre a atividade realizada na parte da manhã.W

Who Am I? 

Quem sou eu? Quem sou eu?…

Jogo entre pares

Escrevemos o que ouvimos, e depois trocamos.

Foi mais difícil do que o expectável, mas também permitiu superar aquilo que pensava ser capaz de dizer.

Este exercício pode ser aplicado em diferentes contextos e, se necessário, alterar a questão.

Segue-se um exercício que se pode inserir no psico drama. Um exemplo apenas.

Só participa que quer ou se sentir confortável para o fazer.

Consistem em fazer uma pergunta ao “mestre”.

Uma pessoa ocupa o lugar do “mestre” uma das pessoas que quer colocar questões, senta-se em frente a este e lança a pergunta. Depois trocam de lugar. Cada um de nós tem a resposta que procura, só precisa de procurar no sítio certo.

É preciso paciência, persistência.

Somos o nosso próprio “mestre”.

Unzip – É preciso fechar o exercício. (Despirmo-nos do papel).

Fotografia

1a- Representamos uma fotografia em grupo, cuja temática foram férias.

2a – meeting

3a – values in actions

No exercício da fotografia a pessoa vai à procura do seu espaço.

Pode ser feito em diversos contextos. No interior ou exterior.

Ultimo exercício: foram lançados estados, formas de pensamento e expectativas. Quem concordasse dava um passo em frente. Fizemos um circulo de partilha, com a mão direita no nosso coração e a mão esquerda nas costas do nosso colega, discutindo individualmente sobre o que recebemos e o que damos em troca.

 

5.10.2016

9h30 – 1st part

Exercício: o que estou a sentir, quais são as minhas expectativas. Respondemos utilizando um lenço para cada questão.

Demomina-se british drama porque teve origem em Inglaterra e está relacionado com o humor britânico, irónico e ao mesmo tempo adorável. Na grã Bretanha o british drama faz parte do currículo das escolas.

É o método que prevalece à mais tempo na Polónia em escolas públicas. É considerado essencial que todas as crianças e jovens tenham acesso a esta metodologia de aprendizagem, no entanto, na maior parte das escolas, isso não acontece.

Exercício: a flow chart of drama

Preenchimento de um quadro, situando as técnicas utilizadas, os estimuladores e os exemplos de cada atividade realizada.

Discussão em grupo sobre o preenchimento de cada grupo. Explicação sobre o que deveria estar apresentado em cada tópico: técnica, estimuladores, exemplos.

exercício de conclusão: mazinga. Em circulo, à vez, mas sem parar começamos um maaaaaaa (um passo em frente e braços esticados) e terminamos com o zinga.

 

6.10.2016

10h30 – 1st part

Horse assisted education

Experiência no exterior.

Temos de nos aproximar dos cavalos e entender a sua recetividade. De acordo com a disponibilidade de cada um, tocar-lhe ou não.

Segundo exercício: liderar o cavalo.

Definir um percurso e guiá-lo, calmamente em torno desse mesmo percurso.

Terceiro exercício, no interior, criar mindmaps que representem os nossos impulsos, sensações captadas nos exercícios anteriores. Apresentação dos brainstormings ao restante grupo.

A liderança sobre cavalos dependa da sua própria disponibilidade. A liderança vai-se, construindo, adquirindo, tal como novas competências. Quanto menos ferramentas forem utilizadas, melhor será a relação estabelecida.

14h – lunch

15h30 – 2nd part

Exercício: decidir o que e de que forma vamos realizar a atividade seguinte.

Comunicar com o cavalo. Exercício em grupo.

Discussão entre grupo sobre a atividade.

 

7.10.2016

10h30 – 1st part

Discussão sobre o estado em que nos encontramos, relativamente ao que aprendemos no dia de ontem e ao que esperamos para hoje.

Criar uma relação com o cavalo, tentar um diálogo, uma aproximação, tentar percebe-lo. É preciso, atenção,  paciência.  Às vezes é necessário parar alguma coisa (fazer com que o cavalo pare o que estiver a fazer) e mostrar que é possível encontrar uma alternativa, que há mais para fazer.

“A liderança pode ser apenas um ato de diálogo. Quando falamos, lideramos.” agatha, pl, 7.10.2016

One to one session

Exercícios possíveis no exterior. Experiência individual com o cavalo e posterior discussão sobre a experiência. Ou Tentar uma nova atividade com o cavalo. Ou Criarmos as nossas próprias experiências. Grupo: “question of confort zone” Dar resposta ao exercício de ontem. Conclusão: é preciso deixarmos o cavalo nos conhecer e deixarmo-nos conhecer o cavalo. (O mesmo adequa-se para as pessoas). Tornar possível a construção de uma relação. Reflexão sobre os exercícios realizados no exterior, em grupo e individualmente.

14h – lunch

15h30 – 2nd part

Exercício de reflexão. O que significou o contacto com os cavalos, que realidade lhe atribuímos, com que símbolos os relacionamos. Apresentação dos benefícios que as atividades anteriores tiveram para a totalidade do grupo e para cada elemento. Descrever o que sentimos durante esta semana, o que esperávamos, o que faltou, o que excedeu. Resumir o que foi para nós esta oportunidade.

Depois do jantar, reunimos para uma última sessão de informações e convívio.

 

 

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